terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Separação de lixo no serviço público é lei


O governador Agnelo Queiroz sancionou lei que determina que órgãos e entidades da administração pública direta e indireta do Distrito Federal devem separar todo o lixo reciclável produzido por eles. A medida, publicada nesta segunda-feira (27) no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), também determina que os resíduos sólidos – devidamente separados – sejam destinados a associações e cooperativas formais de catadores. O prazo para a adaptação do serviço público à nova legislação é de 180 dias. Segundo determina a lei, os grupos organizados que receberão os materiais recicláveis devem ser formados exclusivamente por catadores que exerçam a atividade como única fonte de renda. O dinheiro obtido com a venda do material deverá ser dividido entre todos os seus associados. Para isso, as associações e cooperativas vão ter que comprovar seu estatuto ou contrato social por meio de documentos. O Poder Executivo regulamentará o processo de seleção de maneira a assegurar a lisura e a igualdade de participação a todos os grupos interessados.Fonte: Portal do GDF

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Mais uma prova que homossexualismo não é genético e sim opção


Milionário britânico muda de sexo, se arrepende e muda de sexo de novo

Sam Hashimi se transformou em Samantha Kane após operação em 1997.
Em 2005, ele se arrependeu, virou Charles Kane e agora vai se casar.

xCharles Kane e Victoria em foto divulgada
pela imprensa britânica. (Foto: Reprodução)
O milionário britânico Charles Kane, de 50 anos, fez cirurgia para mudar de sexo duas vezes.
Nascido Sam Hashimi, o homem de negócios, divorciado e pai de dois filhos, mudou de sexo em 1997 e passou a se chamar Samantha Kane, segundo o "Daily Mail".
À época, ele gastou cerca de  £100 mil (cerca de R$ 274 mil) em operações e ficou tão parecido com uma mulher que chegou até a ter um relacionamento sério com outro ricaço, como ele contou à imprensa local.
Como Samantha, ele passou a trabalhar como designer de interiores e a levar uma vida glamurosa, frequentando o "jet set" do principado de Mônaco.
Mas, em 2004, depois de sete anos vivendo como mulher, ele descobriu que tinha cometido um "terrível engano", abalado pelo fim de um casamento de 12 anos e pelo afastamento dos filhos.
Ele concluiu que havia enjoado da vida que levava como mulher e que, no fundo, queria continuar sendo homem.
Afirmou que odiava o fato de que os hormônios femininos o haviam tornado instável emocionamente. Ele estava enjoado de ir às compras, e sexo com homens havia sido uma decepção.
Então, cinco anos atrás, Charles gastou mais £25 mil (cerca de R$ 68 mil) em três operações na clínica de gênero do hospital Charing Cross, em Londres, para voltar a ser homem.
Seus implantes de seios foram retirados, e os órgãos genitais foram reconstituídos com enxertos de pele de sua barriga.
Mas o problema é que ele não era mais o homem que costumava ser, e "vestígios" de sua aparência feminina persistiam. Até hoje, ele precisa tomar doses diárias de testosterona, que o seu corpo não produz mais naturalmente.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Conferência Nacional de Juventude: PTN Estará presente defendendo a família e a vida


A 2ª Conferência Nacional de Juventude foi lançada oficialmente no dia 7/6, no Palácio do Planalto, pela Secretaria Nacional de Juventude, vinculada à Secretaria-Geral da Presidência da República, e pelo Conselho Nacional de Juventude (Conjuve).O processo da Conferência já está acontecendo em diversos estados e municípios, com a formação das comissões que vão organizar as etapas preparatórias para o encontro nacional, agendado para o período de 9 a 12 de dezembro, em Brasília.
O evento contou com a presença do ministro da Secretaria-Geral (SG), Gilberto Carvalho,  do secretário executivo da SG,Rogério Sottili, da secretária nacional de Juventude, Severine Macedo, da presidente da comissão organizadora da Conferência, Ângela Guimarães, e do presidente do Conjuve, Gabriel Medina, além de parlamentares federais e estaduais, gestores de juventude e representantes de movimentos sociais e juvenis.
Na abertura do evento, o ministro Gilberto Carvalho ressaltou os esforços da SNJ e do Conjuve para realizar a 2ª Conferência Nacional de Juventude que, segundo ele, não deve ser vista como o objetivo final. O encontro deve ser um instrumento para o exercício pleno da cidadania, assegurando a participação da juventude na construção de uma política que permita ao jovem cumprir o lema “conquistar direitos e desenvolver o Brasil”, proposto para a Conferência. Gilberto afirmou, ainda, que a conquista definitiva dos direitos juvenis não beneficiará apenas esse público, mas toda a sociedade, aumentando as chances de o país crescer com mais justiça e equidade.
A secretária Severine Macedo, a presidente da comissão organizadora da Conferência, Ângela Guimarães, e o presidente do Conjuve, Gabriel Medina, também destacaram a importância da nova Conferência para fortalecer a
política juvenil, que deve definir claramente quais são os direitos dos jovens e criar instrumentos que garantam o seu cumprimento pelos governantes, em nível federal, estadual e municipal. Nesse sentido, eles destacaram a importância dos parlamentares aprovarem o Plano Nacional e o Estatuto da Juventude, em tramitação na Câmara dos Deputados.
Presente à cerimônia, a senadora Lídice da Mata (PSB/BA), lembrou que embora a Constituição de 88 não tenha consagrado o jovem como sujeito de direitos, a Carta Magna assegurou a participação política desse público, permitindo-lhe o voto a partir dos 16 anos. A senadora ratificou a relevância da 2ª Conferência Nacional de Juventude, que acontece sob novo cenário e novos desafios, incluindo temas priorizados na gestão da presidenta Dilma Rousseff, como é o caso da educação e da erradicação da extrema pobreza. Dois itens, segundo ela, que marcaram a luta juvenil da sua geração e continuam se destacando como princípios da juventude atual.
Para Ismênio Bezerra, do Fórum de Gestores de Juventude, os parlamentares têm um papel fundamental nesse processo, incentivando a realização das etapas preparatórias no maior número possível de estados e municípios.Ismênio destacou que o grande desafio do governo federal é romper o ciclo de pobreza que sempre marcou a trajetória do país e que afeta, também, a juventude brasileira. A Conferência tem, portanto, a tarefa de inserir os
jovens nesse debate, respeitando a rica diversidade que marca o segmento.
Mais informações sobre a Conferência podem ser obtidas junto à Comissão Organizadora Nacional, pelo email conferencia.juventude@planalto.gov.br, pelo sitewww.juventude.gov.br

sábado, 2 de julho de 2011

Todos contra a Maconha: Procurador diz que liberação da maconha favorece o tráfico e a violência


A liberação da maconha no Brasil favorecerá o tráfico e não diminuirá a violência no país, segundo o procurador de Justiça de São Paulo Marcio Sergio Christino, especialista na área de crime organizado.

“Toda medida que defende o consumo e permite a compra da droga de maneira massiva indiretamente favorece o traficante, porque ele é o grande fornecedor. Quando se aumenta o consumo, se aumenta ou se dá força àquele que tem o produto para vender”, disse o procurador à Agência Brasil.Segundo ele, como não há diferença entre quem vende maconha e quem vende as demais drogas, é difícil imaginar que a violência poderádiminuir com a liberação do alucinógeno. “O traficante que vende maconha é o mesmo que vende o crack, que vende o óxi, que vende a cocaína. Não há diferença no mercado nesse sentido. Então, atribuir a liberação da maconha à diminuição da violência é uma afirmação aventureira.”Um dos problemas, segundo Christino, é que a legislação brasileira sobre drogas é “esquizofrênica”. “Temos uma série de casos de diminuição de pena de forma que a pena por tráfico hoje no Brasil é a menor pena de tráfico do mundo, o que causa espanto, dado à força e ao crescimento que o tráfico tem hoje no Brasil.”Para ele, a solução é a legislação brasileira ter como exemplo os países que defendem penas mais rigorosas para os traficantes. “Se isso acontecer, vai ter uma diminuição do tráfico. Mas definitivamente [isso não ocorrerá] com as penas e com o processo que temos hoje aqui.”De acordo com o procurador, também é difícil supor que o Brasil possa regulamentar o plantio, a distribuição e o uso da maconha. “Nossas condições econômicas e sociais não permitem qualquer tipo de fiscalização sobre a produção desse tipo de produto. Já temos uma saúde carente, temos um Estado deficitário e é difícil atribuir ao Estado mais um ônus, que é perfeitamente dispensável.”Christino também considera “falácia o argumento de que a maconha é uma droga leve, que pode até ser usada para fins medicinais. “É um tema polêmico na medicina, mas até hoje não se conseguiu isolar um princípio ou um determinado efeito da maconha que não possa ser feito por outras espécies de medicamentos. É mais um subterfúgio usado para justificar o consumo. Apesar de ser uma droga considerada leve, o fato é que o simples consumo da maconha já serve como elemento alterador de consciência. E isso é um fato inegável. Leve ou não, ela é uma droga”.Na tarde de hoje (2), o Coletivo Marcha da Maconha promove uma manifestação por mudança na Lei de Drogas, na Avenida Paulista, em São Paulo. Durante a marcha, os manifestantes vão defender a regulamentação do plantio, distribuição e uso da maconha Eles também defendem que o consumo e a propaganda sejam restritos, assim como o do tabaco e do álcool.

Fonte: Agência Brasil

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Jovens sofrem com o desemprego

O mercado de trabalho para os jovens brasileiros é marcado por altos índices de informalidade e de desemprego, de acordo com estudo divulgado ontem pela Organização Internacional do Trabalho (OIT). De acordo com o relatório "Trabalho Decente e Juventude no Brasil", 67,5% dos jovens entre 15 e 24 anos estavam desempregados ou na informalidade em 2006.

Os dados, que têm como base a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) de 1992 a 2006, apontam que o déficit era maior entre mulheres jovens (70,1%) do que entre homens jovens (65,6%). O índice também era mais acentuado entre jovens negros (74,7%) do que para jovens brancos (59,6%). As jovens mulheres negras vivem o que a OIT considera "situação de dupla discriminação" - de gênero e raça. O desemprego e a informalidade alcançavam 77,9% das integrantes desse grupo.O fato é que a taxa de desemprego entre jovens de 15 a 24 anos cresceu 51% — de 11,9% para 18% — entre 1992 e 2006 no Brasil, evidenciando a ineficácia das políticas públicas existentes para aumentar as oportunidades dos brasileiros desta faixa etária. O Brasil tem 34,7 milhões de jovens entre 15 e 24 anos. Destes, 22,2 milhões são economicamente ativos — ou seja, estão empregados ou procuram uma vaga. Para a OIT, é alarmante que 3,9 milhões deles estejam desempregados e outros 11 milhões, ocupados no setor informal, sem carteira assinada.InformalidadeAlém da maior incidência de desemprego entre os jovens, o relatório constatou que quase um terço dos profissionais da faixa etária entre 15 e 24 anos não têm carteira de trabalho assinada (31,4%).A informalidade entre a mão de obra jovem é mais de duas vezes superior à registrada entre os adultos (14,1%).A maior frequência de emprego sem carteira assinada entre os jovens se deve ao fato da maior parte estar empregada em micro e pequenas empresas, onde é maior a informalidade.Dados preocupantesEm relação a dados anteriores do IBGE, colhidos desde 1992, a taxa de desemprego tem apresentado elevação entre os jovens de 15 a 24 anos.De 1992 a 2008, a desocupação saltou de 11,9% para 17,8%, depois de ter atingido pico de 19,6% em 2005. No mesmo período de análise, também houve aumento, ainda que menor, do desemprego entre adultos, que passou de 4,3% para 5,6%. O relatório observa que a taxa de desemprego entre os jovens é agravada por variáveis como sexo e raça. Entre as mulheres, a desocupação chega a 23%, porcentagem superior aos 13,8% observados entre os homens.Já entre os homens que se reconhecem como brancos a taxa é de 18,7%, inferior à observada entre os que se dizem negros (23%).Quando sobrepostos esses dois fatores, a desigualdade é ainda maior. A porcentagem de desemprego entre homens brancos chega a 12,6%, quase a metade da observada entre mulheres negras (24,7%) Os pesquisadores da OIT apontam que o maior déficit de emprego entre essa população é justificado pela discriminação social de que as mulheres e os negros são vítimas.Os analistas ainda observam que as maiores taxas de desocupação entre jovens estão nas regiões Sudeste (20,3%), Centro-Oeste (17,7%) e Nordeste (16,7%). Quando levadas em conta as unidades da Federação, o desemprego juvenil é mais elevado no Rio de Janeiro (26%). As menores taxas foram registradas no Piauí (8,6%) e em Santa Catarina (11,3%).Visão da OITPara a diretora do escritório da OIT no Brasil, Laís Abramo, os números podem se agravar ainda mais diante da crise econômica. Ela lembra que o Brasil vive, atualmente, um processo de geração de empregos formais, mas em ritmo muito inferior ao que vinha sendo registrado nos últimos anos.Segundo a OIT o país vive um processo de geração de empregos formais, mas em ritmo muito inferior ao que foi registrado nos últimos anos. Segundo a diretora, os avanços na agenda de emprego para a juventude foram importantes, mas as desigualdades permanecem.Abramo acredita que o desafio consiste não apenas em elevar os graus de escolaridade no país, mas em melhorar a qualidade da educação. A pesquisa indica que 7% dos jovens brancos tinham baixa escolaridade e que o número mais do que dobrava, para 16%, quando o recorte era para jovens negros.Em relação à jornada de trabalho praticada pelos 22 milhões de jovens economicamente ativos, 30% trabalhavam mais de 20 horas semanais, o que, em muitos casos, prejudicava o desempenho escolar. – Há uma espécie de círculo vicioso: o jovem não entra no mercado porque não tem experiência, mas para ter experiência ele precisa estar dentro do mercado. Medidas de aprendizagem, por exemplo, são importantes para romper essa barreira de entrada – avaliou Laís.Idade adequadaNa maioria dos países, informa o estudo, os jovens apresentam uma taxa de desemprego muito elevada e superior a de adultos, fato que também é uma realidade no mercado de trabalho brasileiro.Embora o nível de escolaridade dos jovens seja superior ao dos adultos no Brasil, a frequência ao ensino médio na considerada "idade adequada" abrange atualmente menos da metade dos jovens de 15 a 17 anos, tendo em vista que cerca de um terço ainda está no ensino fundamental e cerca de 18% estão fora da escola, informa a OIT.Segundo a entidade, a análise sugere a definição de prioridades para as políticas voltadas para a juventude: fortalecer as ações de elevação da escolaridade; investir em ações de combate à evasão escolar precoce; considerar como elemento central nas políticas públicas a redução de desigualdades educacionais que atingem jovens pobres, negros e habitantes de zonas rurais; melhorar a qualidade do ensino e ampliar oportunidades de educação profissional, técnica e tecnológica, entre outros.Causas e soluçõesPara a OIT, a maior incidência de desemprego entre os jovens se deve às transformações econômicas e sociais pelas quais o País passou nas décadas de 80 e 90, como o baixo ritmo de crescimento econômico e a desestruturação do mercado de trabalho.O relatório ainda observou que a tendência à demissão é mais comum entre os jovens pelo hábito da faixa etária de deixar seus postos de trabalho com mais frequência do que os adultos, uma vez que costumam ter menos responsabilidades a cumprir com família e agregados.Ele ainda mostra que, embora o crescimento econômico seja uma condição necessária para a redução do desemprego juvenil, não é condição suficiente. São necessárias também políticas específicas voltadas para melhorar o padrão de inserção dos jovens no mundo do trabalho.O estudo propõe como solução para o problema maior investimento na escolarização e qualificação dos jovens por meio de programas governamentais. Ele cita como exemplo o ProJovem Urbano e o ProJovem Trabalhador, ambos do governo federal. 
Fonte: 

Juvntude do PTN: JOVENS EM DEFESA DA FAMÍLIA

Olá pessoal, somos a Juventude do Partido Trabalhista Nacional. Nossa juventude é comprometida com os valores da família e a defesa do direito a vida. Neste blog vamos expressar nossas lutas e conquistas em defesa da família. Contamos com vocês para nos ajudarem, pois JUNTOS SOMOS MAIS FORTES!

Rodrigo Delmasso
Presidente da JPTN-DF